24 de dezembro de 2016

O Homem que Pulou o Natal

Eram nove e pouco da manhã quando ele se sentou na cama e esfregou os olhos para espantar o sono. Minutos depois, tomava café na cozinha tipicamente silenciosa de uma casa onde não há ninguém com quem conversar. Enquanto bebia seu café, pensou no dia que teria pela frente.

Era vinte e quatro de dezembro e ele, como sempre, havia deixado o presente dos seus pais para a última hora. Ao pensar nas lojas abarrotadas de gente, teve vontade de desistir. Poderia aparecer sem presentes, inventando alguma desculpa para isso. Mas logo afastou essa ideia da sua cabeça. Precisava dar presentes. Era o que se esperava dele. Era o que se esperava de todo mundo num dia como aquele.

Enquanto trocava de roupa, seu humor piorou. Tentou se convencer de que se sentia dessa forma por precisar enfrentar as lojas, mas sabia que não era esse o motivo. Na verdade, ele apenas não gostava do Natal.

Ou melhor, não via muito sentido no Natal.

Quando era criança, adorava o Natal. Assim que a folhinha da cozinha da casa da sua mãe mostrava que estavam no mês de dezembro, ele começava a sentir uma ansiedade que parecia ter se acumulado secretamente durante o ano inteiro.

E, no dia do Natal, essa ansiedade se transformava em amor e explodia quando ele descobria a mesa arrumada, os enfeites pendurados na casa, os embrulhos coloridos. Aos poucos, seus tios e primos e avós começariam a chegar. E ele adorava as risadas e as brincadeiras que todos faziam entre si, falando com a boca cheia, derrubando bebida...

E, à meia noite todos se abraçavam. Ele não entendia direito porque todo mundo começava a fazer isso ao mesmo tempo, e também não compreendia porque sua avó ficava com os olhos molhados nessa hora. Mas ela parecia feliz e ele adorava aquilo.

Porém, isso tudo parecia ter se acabado junto com sua infância. Conforme os anos foram mudando no calendário, ele também foi mudando. Aos poucos, começou a perceber que toda essa magia existia apenas nos seus olhos de criança. Agora, enxergando o mundo com olhos adultos, começou a ver aquilo de outra forma.

Todos iriam trocar presentes que não precisavam. Todos iriam jantar lembrando as mesmas histórias do passado. Todos iriam se abraçar à meia noite, desejando feliz Natal por que... Bem, porque é isso que se faz à meia-noite. Tinha a sensação que as pessoas desejavam feliz Natal para os outros porque eram obrigadas a isso. Eram obrigadas a participar da ceia com suas famílias. Eram obrigadas a trocar presentes.

Afinal, era isso que se esperava delas.

E ele mesmo não se sentia diferente da forma que enxergava as outras pessoas. Fazia tudo isso porque era o que esperavam que ele fizesse. Para ele (e, como ele acreditava, para qualquer adulto normal), o Natal havia se tornado apenas um dia como outro qualquer, cuja única diferença era ser repleto de tarefas e protocolos. Era uma obrigação anual, uma espécie de burocracia que precisava ser enfrentada.

O tempo perdido escolhendo a roupa que usar na festa, a ceia temperada com as mesmas conversas de sempre, os sorrisos de quem recebia presentes que não precisava, o fingimento de quem dava presentes escolhidos apenas para ir embora do shopping, os abraços de pessoas que mal se falavam durante o ano inteiro...

No que dependesse dele, todos poderiam ficar em suas casas. Poderiam apenas trocar um telefonema desejando Feliz Natal. Seria mais fácil, mais prático. E mais sincero.

Mas tentou não pensar nisso quando saiu de casa planejando seu dia. Passaria na padaria e compraria um maço de cigarros. Depois, rodaria as lojas procurando os presentes para seus pais – de preferência coisas que não custassem muito, mas que não aparentassem ser muito baratos. Por fim, voltaria para a padaria e comeria qualquer coisa ali mesmo; ao final da tarde, criaria coragem e rumaria para a casa dos pais.

Entrou na padaria e comprou os cigarros. Ao lembrar que pretendia almoçar ali, perguntou para o menino que estava no caixa que horas eles iriam fechar as portas. Era um garoto de vinte e poucos anos. Provavelmente filho de um dos donos.

“Hoje trabalhamos no horário normal”, respondeu o garoto, estranhando a pergunta.

“Mas todo ano vocês fecham mais cedo”. Ele achou que o menino não tinha entendido sua pergunta.

“Nós fechamos mais cedo nos dias vinte e quatro e trinta e um, e não abrimos no dia vinte e cinco e no dia primeiro”, explicou o garoto. “Hoje, nós fechamos no horário normal”.

Pensou em dizer ao menino que isso não fazia sentido, já que estavam no dia vinte e quatro, mas viu a fila crescendo atrás de si e mudou de ideia. Enquanto guardava o cigarro no bolso, perguntou, tentando – e não conseguindo – soar o mais casual possível.

“Desculpe... Que dia é hoje mesmo?”

“Vinte e seis”, respondeu o menino, chamando o próximo da fila.

Ele saiu da padaria achando que tinha entendido errado e puxou o celular do bolso. Conferiu a data. Vinte e seis de dezembro. Algo devia estar errado.

Parou na banca ao lado da padaria e olhou os jornais expostos. Todos eles traziam a data de vinte e seis de dezembro. Uma das manchetes falava sobre como o trânsito das estradas devia aumentar agora que o Natal passara.

Não fazia sentido. Ele lembrava claramente do dia anterior, e tinha certeza que o dia anterior tinha sido 23 de dezembro. Havia até mesmo comprado alguns presentes durante a tarde. Não lembrava exatamente dos presentes, porque ele nunca lembrava exatamente dos presentes que comprava, mas tinha certeza de ter comprado.

Voltou apressado para casa e foi até o quarto. Respirou, aliviado, ao ver as sacolas ali. O garoto da padaria devia ter se confundido. O seu celular... Bem, talvez algum defeito pudesse ter mudado a data. Sim, só podia ser isso. Mas e os jornais?

Ligou o computador e conferiu a data. Vinte e seis de dezembro. Abriu um portal de notícias e viu a mesma data e encontrou uma reportagem com fotos mostrando a celebração do Natal nas principais cidades do mundo.

E ele não havia visto nada disso. Aparentemente, os dias vinte e quatro e vinte e cinco de dezembro existiram normalmente, menos para ele. O mundo inteiro teve um Natal normal, e ele... Bem, ele não teve nada. Foi dormir no dia vinte e três e acordou no dia vinte e seis. E sabia que não havia dormido dois dias inteiros, porque, antes mesmo de pensar sobre essa ideia, ela já lhe pareceu ridícula.

A única coisa que sabia é que perdera dois dias da sua vida. Não os tinha “desperdiçado”, e sim “perdido”. Era como se eles não existissem. Ou melhor, era como se ele não existisse nesses dias. Não tinha recordações de nada das últimas quarenta e oito horas. Sabia apenas que não tinha passado o Natal com sua família. Afinal, se tivesse ido até a casa dos seus pais – mesmo sem se lembrar disso – as sacolas de presentes não estariam mais ali.

O problema não era com sua memória. O problema é que dois dias inteiros haviam desaparecido. E não eram dias comuns, mas sim o Natal e sua véspera.

E isso tornava tudo ainda pior. Afinal, se isso acontecesse em outra semana ou outro mês, talvez ninguém nem fosse reparar na sua ausência. Mas o Natal? Como iria explicar seu sumiço para seus pais?

Até onde ele conseguia entender, todos deveriam estar achando que ele simplesmente não havia aparecido na festa de Natal da sua família. E, pior, ele não saberia nem mesmo explicar o motivo. Metade dos seus parentes devia estar morrendo de preocupação, e a outra metade ofendida. Mas por que não tinha nenhuma mensagem no seu celular? Nenhuma ligação? Ninguém teria ficado preocupado com ele? O que tinha acontecido nos dois últimos dias?

Só existia um jeito de saber. Respirou fundo e ligou para a casa dos pais. Quando ouviu a voz da mãe, se preparou para pedir desculpas e pensou que encontrar alguma forma de enrolá-la até achar um meio de justificar sua ausência. Mas ela foi mais rápida.

“Como você foi de viagem?”

“Oi? Viagem?”

“Sua viagem. Foi tudo bem?”

Ele não se lembrava de viagem alguma, e isso poderia ser acrescentado à lista de coisas que ele não conseguia explicar. Assim, sem muita escolha, resolveu dançar conforme a música e disse que tudo correra como planejado. Afinal, algo lhe dizia que a única alternativa faria com que fosse chamado louco.

“Que horas você chega aqui? Lá pelo meio-dia?”

Ele disse que sim, tentando usar um tom de voz que não mostrasse que algo estava errado com ele. Ao mesmo tempo, decidiu que não iria falar nada até entender o mistério. Com sorte, na casa dos seus pais, algo lhe daria alguma pista do que havia acontecido nos últimos dias. Assim pegou um táxi e, na hora marcada, entrou na casa dos pais.

Foi imediatamente beijado pela mãe, abraçado pelo pai e levado a uma mesa com sobras e mais sobras de uma enorme ceia. Logo, tinha com um prato enorme na frente. Ele comia junto com seus pais, que perguntaram mais uma vez sobre sua viagem. Ele respondeu qualquer coisa e ficou aliviado quando eles mudaram de assunto. Na verdade, ele queria falar mais sobre a viagem para descobrir alguma coisa, mas seus pais pareciam querer falar mesmo sobre o Natal.

E contaram para ele como havia sido a festa. Falaram o que tinham comido e bebido, riram ao se lembrar das piadas e brincadeiras e das gargalhadas. Pelo que ele podia ouvir, tinha sido um Natal exatamente igual ao dos anos anteriores. Mas sua mãe não conseguiu disfarçar que, em nesse mar de felicidade, existia uma pequena ilha de tristeza.

“Não foi a mesma coisa sem você aqui”, ela disse, segurando sua mão.

“Mãe, eu...”

“Todos nós nos lembramos de você o tempo inteiro”, seu pai interrompeu. “O Natal não é o Natal sem você aqui.”

Ele olhou para o pai, de volta para a mãe e de volta para o pai.

“Eu sei, mas é que... Olhem... Eu não sei direito como falar isso, mas...”

“Meu filho, você não precisa explicar”, seu pai interrompeu. “Nós sabemos que essa viagem não foi escolha sua, foi coisa do seu trabalho, e que você preferia estar aqui junto com a gente”.

Ele nunca viajava a trabalho. E nunca ouviu falar de alguém que viajasse a trabalho no Natal. Pensou em perguntar ao pai com o que ele trabalhava, mesmo que fosse para ver que isso continuava inalterado, mas achou melhor ficar quieto, e esperou eles continuarem. Mas nenhum dos dois falou algo. Ao invés disso, sua mãe se levantou e caminhou em sua direção. E, sorrindo, o abraçou como se não o visse há anos.
  
“O Natal está começando de verdade agora que você está aqui”.

Sem saber o que dizer, ele abraçou a mãe de volta ao mesmo tempo em que ouviu a campainha tocar. Fez menção de escapar do abraço, mas sua mãe resistiu. E ele desistiu ao ouvir seu pai sair da mesa dizendo que “deixem que eu atendo”.

Ainda estava preso nos braços e no sorriso da mãe quando ouviu os gritos. Reconheceu a voz de um dos seus tios. Depois, a risada do primo. Antes que entendesse o que estava acontecendo, sua cozinha foi invadida por todos os parentes, que gritavam seu nome e vinham abraçá-lo, fazendo festa para ele.

Sua mãe beijou seu rosto e abriu espaço para ele. Levantou-se e abraçou todos, sem entender direito o que faziam ali. Logo ficou claro que o Natal na casa dos seus pais não havia sido o mesmo Natal de sempre. Pois ele não estava ali.

“Nós fizemos a ceia para a data não passar em branco”, explicou sua mãe.

“E para a comida não estragar”, gritou seu tio, fazendo todos rirem. Sua mãe continuou: “Mas não trocamos presentes nem desejamos feliz Natal uns aos outros na meia-noite.”

Ele olhou para todos genuinamente intrigado. E não encontrou nenhuma reposta. Apenas sorrisos.

 “Como assim?”, finalmente perguntou.

“Não seria a mesma coisa sem você”, respondeu seu pai. “Então nós decidimos transferir o Natal da nossa família para hoje. E fizemos essa surpresa para você”.

Ele se levantou, ainda tentando entender aquilo.

“Mas o Natal é dia vinte e quatro. Não sei se alguém pode simplesmente mudar...”

“Bobagem”, sua mãe respondeu. “O Natal não é dia vinte e quatro, nem dia vinte e cinco”. Então, o olhou diretamente nos olhos. “O Natal é quando estamos todos juntos. O Natal é quando estamos felizes por termos uns aos outros”.

Ele sentiu seu peito apertar, ao perceber que sua mãe ainda enxergava o Natal da mesma forma que ele fazia quando era criança e não sabia definir porque gostava tanto daquele dia. Na verdade, percebeu que todos seus parentes ainda enxergavam o Natal assim. Sim, trocar presentes, reunir a família, desejar Feliz Natal... Tudo isso era o que se esperava deles.

Mas eles não faziam isso porque era o que se esperava. Eles faziam isso porque queriam. Porque era a forma deles demonstrarem “que mais um ano se passou, e estaremos juntos mais um ano. E somos felizes com isso”.

Para ele, aquele foi o melhor Natal em anos. Não o deixaram explicar que estava sem presentes e logo a casa foi tomada por risadas e gritos e abraços e copos de bebida derrubados.

Ele logo parou de se preocupar com o que havia acontecido com os últimos dias ou com a suposta viagem tinha feito. Mas não porque esquecera o assunto ou se convencido de que nunca encontraria uma explicação, e sim porque ficou tão envolvido em ficar junto com sua família que não encontrava espaço para mais nada. E na terceira vez que ele riu gostoso ao ouvir seu tio relembrando uma história de sua avó que ele conhecia de cor, desistiu de tentar entender.

A família inteira se abraçou, com todos desejando Feliz Natal para todos, no meio da tarde. E, pela primeira vez em anos, ele entregou cada abraço o mais forte que conseguiu, realmente desejando que cada uma daquelas pessoas tivesse um Natal feliz. Mas, ao se livrar do último abraço, teve a sensação de ver algo diferente ao lado da árvore. Olhou rapidamente nessa direção.

E lá estava ele mesmo. Ainda era menino e não tinha mais que cinco anos. Seus olhos brilhavam enquanto observava sua família inteira se abraçando. O garoto parecia encantado, e sorria como se percebesse, pela primeira vez, que aquelas pessoas emanavam amor.

Assustado, piscou os olhos e o menininho não estava mais ali. Passou a mão pelo rosto e descobriu seus olhos molhados, exatamente como ficavam os olhos da sua avó quando todos se abraçavam na noite de Natal.

Quando a noite caiu, ele, já em casa, não lembrava mais dos dias que haviam sumido. Pensava apenas na tarde que tinha vivido. E assim, caiu num sono profundo e, apesar de não se lembrar disso quando acordou, sonhou com a avó e com o menininho ao lado da árvore.

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No dia seguinte, acordou e decidiu dar uma volta. A cidade devia estar começando a ficar vazia para o Ano Novo, talvez ele arriscasse um cinema. Mas, antes, precisava de cigarros. Assim, foi até a padaria e pediu um maço. Tirou o dinheiro do bolso e entregou ao menino da padaria, que o agradeceu e disse.

“Caso você precise de algo mais, lembre-se que hoje fechamos às dezoito horas.”

“OI?”, ele disse, sem disfarçar seu espanto.

“Hoje, dia vinte e quatro, nós fechamos no fim da tarde. Amanhã, dia vinte e cinco, nós não abriremos”, o garoto respondeu casualmente.

Ele virou-se para a porta da rua, como se fosse sair da padaria, mas parou no meio do caminho. Estava de novo no dia vinte e quatro. Ainda não entendia o que havia acontecido, e provavelmente nunca iria entender. Sabia que não tinha sonhado aquilo, pois usava a camiseta que sua tia lhe dera de presente no dia anterior... Mas, de alguma forma, os dois dias perdidos estavam de volta. Ou talvez nunca tivesse perdido dia nenhum. Não sabia. Não sabia e desistiu de entender.

Apenas respirou fundo e, com um sorriso nos lábios, concluiu para si mesmo.

“Hoje é Natal”, falou baixinho. Não percebeu que usou o mesmo tom de voz de quando tinha cinco anos de idade.

“O Natal não é um dia”, ouviu o menino do caixa da padaria falando para ele. “O Natal é um espírito. Se você carrega verdadeiramente esse espírito dentro de você, todo dia é Natal”.

Assustado, ele olhou de volta para o caixa, apenas para encontrar o menino ocupado, conversando com outro cliente. O garoto claramente nem percebia mais sua presença ali.

Ele sorriu de novo ao perceber que certas coisas não se compreendem. Elas apenas se vivem. E o Natal é uma delas. E saiu pela rua, para comprar os presentes dos seus pais, disposto a comprar alguma coisa que mostrasse a eles o quanto ele os amava. E mesmo se não encontrasse nada, não tinha problema. Ele queria apenas ir para a casa dos seus pais e ver sua família. Ele queria apenas que o Natal chegasse logo.

E, feito criança, queria que o Natal não acabasse nunca.



(Que você e sua família tenham um excelente Natal...

Um Natal daqueles que não acabam nunca.)

26 leitores:

Hally disse...

Caralho Rob... Conto digno de ser um filme daqueles com lição de vida e tudo o mais.

Davi Paiva disse...

Boa noite!
Acompanho o seu trabalho no Gente que Escreve e essa é a primeira vez que li um conto seu.
Não tem nem graça, sabia? Você não erra nada... (risos)
Brincadeiras a parte, gostei muito da "troca de marchas" do texto: começa cotidiano, que gera um flashback, que gera uma situação surreal... entende o que quero dizer? É totalmente imprevisível até o final.
E é claro, a mensagem é ótima.
Espero um dia escrever algo nesse nível.
Boas festas.

Monika J. disse...

Ah, amei, muito, esse conto.
Obrigada Rob!

Kell Bonassoli disse...

Roteiro de filme. Muito lindo. Feliz natal. :)

O Escritor Randômico disse...

Muito bom Rob Gordon. Mas tenho uma coisa que me incomodou no texto. Sei que você costuma experimentar e arriscar mais por aqui, mas coisas como "havia acontecido" e "estava usando" me incomodaram muito...
O enredo me trouxe pra perto do Natal 😉.

Feliz Natal Rob!

Anderson Heiz disse...

Feliz Natal Rob.
Esta data nos faz realmente viajar no tempo.
Somos levados a nos lembrar da época em que os patriarcas eram vivos e toda a família se reunia em torno deles. Na nossa infância o Natal tinha um significado mais especial.

Alex Gemeos disse...

Foda...
Muito bom...

Rob Gordon disse...

Hally:

Obrigado! Feliz Natal!

Beijos

Rob Gordon disse...

Davi,

Muito obrigado pelos elogios - e eu erro muito sim! :)

Feliz natal!

Abraços!

Rob Gordon disse...

Monica:

Obrigado! Feliz natal!

Beijos

Rob

Rob Gordon disse...

Kell:

E que o final do seja um filme com todos nós! :)

Feliz natal! Beijos!

Rob

Rob Gordon disse...

Escritor:

Muito Obrigado!

Sobre os "havia" e etc... Esses textos a minha revisão não é tão cuidadosa quanto deveria ser, porque eu me desafio a ter a ideia e escrever o texto apenas no dia 24, antes da festa. Faço isso para ficar com mais clima de natal (e refletir o que sinto). Então, é sempre uma corrida contra o tempo. Mas, depois do seu comentário, vi que você tinha razão e alterei alguns trechos. Muito obrigado pelo toque!

Feliz natal!

Abraços!

Rob Gordon disse...

Anderson:

Muito obrigado!

Feliz natal!

Rob Gordon disse...

Alex:

Muito obrigado! Feliz natal!

Abraços!

Rob

Luik disse...

Parabéns Rob, essa história daria pra ser um filme, tipo A Felicidade não se compra, passar em todos os natais, dar aquele ânimo pra galera que se sente meio pra baixo nessa época do natal. Enfim, parabéns pelo texto. E um feliz natal a você.

Durval O. Junior disse...

Feliz Natal, Mestre Gordon. E obrigado por esse presente.

João Paulo da Mata Santos disse...

Parabéns Rob. Ótima história para se refletir no dia de hoje. Um grande abraço e um Feliz Natal.

O Escritor Randômico disse...

Ficou muito bom. Estava relendo e vi que algumas coisas ficaram, mas percebi que este tipo de vício de linguagem deve ser por conta do inglês, onde a estrutura correta é "irá ser" ou "to be". E este tipo de marcação é constante. 😉
Abraços Rob!

Dariana Rizzi disse...

Aguardando o filme!

Guilherme Bonfim disse...

Excelente Rob!!

Guilherme Bonfim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Samuel Santos disse...

Obrigado, Rob... Conto magnífico!!

O Escriba disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
O Escriba disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
O Escriba disse...

Saudações Rob!

Adorei a crônica! Ela me provocou sentimentos que não sei como descrever, mas que adorei sentí-los. Sem dúvida nenhuma me tocou de uma forma especial. Muito obrigado!

Suzana Paula Figueira disse...

Muito legal!!
Faz a gente repensar no significado do natal e da família.
Show!!!
Parabéns!!

 

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